O início da viagem

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Iniciámos o ano letivo com a divulgação, na sede do Agrupamento de Escolas de Alcabideche, de alguns projetos, anteriormente apresentados no Encontro Partilhar Vale a Pena.
Com a professora Susana Tavares, representante do CANTIC, a professora Isabel Nunes, da Escola Básica de Alcabideche e a professora Sónia Bártolo da escola do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão (CMRA), o projeto TeleAula e as experiências pedagógicas que o envolvem foram alvo de uma especial atenção por parte da comunidade educativa do referido Agrupamento.


O primeiro dia de aulas aconteceu com a apresentação da professora Sónia e do professor Fernando aos alunos internados no CMRA e vice-versa.
Depois de os professores cantarem o hino da escola, os alunos foram convidados a refletir sobre o tema escola e o seu significado na vida de cada um. Surgiram palavras como crescer, estudar, ser, aprender, algodão, brincar, números, trabalhar, colegas numa chuva de ideias que nos conduziu aos deveres e aos direitos dos alunos neste espaço que se pretende acolhedor e pleno de conhecimentos e criatividade.
Entretanto, falámos sobre o tema A mala do viajante que será abordado ao longo do ano letivo 2016/2017 através de atividades que celebram, em conformidade com a Organização das Nações Unidas, o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. O que é o turismo? O que é ser sustentável? O que é a ONU? O que se pretende com a comemoração deste ano? foram algumas das perguntas a que os professores tentaram responder.
E, porque turismo puxa viagem e viagem puxa sonho, cada um de nós falou da viagem dos seus sonhos.

Neste momento, estamos a projetar o desenho de um logotipo para simbolizar o Ano Internacional do Turismo Sustentável. Deixamos algumas imagens que documentam o nosso trabalho e desejamos a todos os nossos amigos virtuais um feliz ano letivo.











Escola que sara os cortes

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Foto de criança hospitalizada (Revista Sábado)
No recente encontro das escolas de hospital falámos de alguns alunos que, apesar de não terem a possibilidade de ir à escola presencialmente, conseguem acompanhar as matérias e, nalguns casos, transitar de ano.
A Revista Sábado, na edição do dia 23 de Junho, traz uma reportagem sobre a realidade de algumas destas crianças que, apesar da doença, não desistem da escola e conseguem manter impressionantes resultados escolares.
Com o título Ir à escola no intervalo da quimioterapia, a reportagem centra-se na importância da escolarização em hospital como forma de ultrapassar o corte com os amigos e com a vida escolar.
A escola é fundamental neste contexto, diz Maria de Jesus Moura, directora da unidade de Psicologia do IPO de Lisboa. "Mantém os projectos de vida das crianças. A dada altura tudo se concentra na doença: há sintomas, tratamentos, amigos e familiares que fazem visitas e falam sobre o tema. A escola é uma maneira de quebrar este contacto constante. Tem uma função adaptativa e, ao mesmo tempo, de protecção." 
Para ler a reportagem completa, é necessário adquirir a Revista Sábado em papel ou digital.

19º Encontro TeleAula

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Viajar é a única coisa que compramos que nos torna mais ricos
A reunião anual da rede de escolas de hospital do Projeto TeleAula decorreu no dia 21 de Junho na Escola Básica José Cardosdo Pires, na Amadora.
O CANTIC, o Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, o Hospital de Dona Estefânia, o Hospital de Santa Maria e o Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil partilharam as actividades, vitórias e desafios de mais um ano de trabalho e de colaboração.
O almoço partilhado foi pretexto para uma mostra de capacidades culinárias e exibição de talentos na área da cozinha vegetariana mas também para pôr outros temas em dia, para continuar a boa disposição e, até, para homenagens e despedidas "até já".
A parte da tarde foi um brainstorming de ideias para a actividade magna que queremos concretizar no próximo ano lectivo.
Inspirados pela proclamação pelas Nações Unidas do ano de 2017 como Ano Internacional de Turismo Sustentável para o Desenvolvimento, também nós quisemos viajar e conhecer e, por isso, surgiu o tema condutor do ano - A Mala do Viajante. Todos percebemos que essa mala é física e é virtual, tem dentro um instrumento musical carregados de esperança e de sonhos ou experiências de dor, de expectativa e de alegria que são de cada um; é uma mala onde todos nos encontramos para um convívio ou uma viagem no tempo; é uma mala sem barreiras, inesgotável fonte de músicas, livros, espaços, instrumentos científicos e criaturas que só existem na imaginação; uma mala nova de recomeços ou desgastada pelo uso e coberta de autocolantes e passaportes pesados de carimbos.
Começou mais uma viagem de quem recusa ficar parado com uma mala transportada por crianças que certamente apreciarão a irrequietude dos seus guias.

Contar com a Escola

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Contar com a Escola durante o Tratamento de Hemodiálise pode significar uma oportunidade preciosa para pôr o estudo em dia ou para desenvolver atividades complementares às letivas.
São em regra três manhãs por semana que as crianças e jovens insuficientes renais passam no hospital, ausentes das suas aulas. Durante alguma parte das cerca de quatro horas de tratamento é possível que a sua disposição lhes permita, com uma oferta pedagógica ajustada às necessidades, realizar algum trabalho escolar.
Apesar de limitações nos movimentos, inerentes ao posicionamento durante o procedimento, é possível com o equipamento técnico adequado participar em atividades via TeleAula, resolver exercícios, fazer pesquisa, praticar a leitura e a escrita, entre outras atividades escolares.
O apoio escolar à criança/jovem em tratamento de hemodiálise no HDE tem sido desenvolvido em articulação próxima com a escola de origem do aluno e com a equipa médica e de enfermagem. A ação desenvolvida encontra por vezes parceiros que desenvolvem ações paralelas e complementares como, por exemplo, o apoio voluntário prestado pela professora Teresa Amorim Santos ou pela Associação Crescer Bem.

A professora e o aluno durante o tratamento
Citamos o nosso aluno B.:
Eu, como doente renal, durante a Hemodiálise posso fazer várias coisas, como por exemplo: corrigir os t.p.c., estudar para os testes, fazer trabalhos de pesquisa ou ensaiar peças de teatro.
Numa situação em que haja transplante renal, o aluno pode ir para outro hospital mas sem que se perca a articulação desenvolvida, tal como o HSM tão bem documentou.
Apresentamos alguns produtos desenvolvidos durante as sessões de hemodiálise dos nossos alunos:

A pertinência ou não da ingestão de água

Estudo dos ângulos e dos triângulos


Resolvendo uma ficha de trabalho de Português

Revendo algum vocabulário básico em Inglês

Faz de conta, mas nem sempre

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Amizade segundo o Principezinho

A amizade foi tema das nossas últimas atividades. Visionámos o filme O Principezinho baseado na obra homónima de Saint-Exupéry, da qual lemos alguns parágrafos. Fizemos os nossos desenhos sobre o filme.
 

 

 

Estabelecemos a comparação entre dois mundos.
Mundo das Crianças
Ingenuidade
Facilidade em criar laços
Sonho
Curiosidade
Espontaneidade
Sinceridade
Simplicidade
Sensibilidade

Amizade

E
Mundo das Pessoas Crescidas
Maldade
Ganância
Não olhar a meios para atingir os fins
Poder
Vaidade
Pressa
Vício
Hipocrisia

As nossas gavetas

O livro O Pássaro da Alma levou-nos a criar as gavetas da nossa alma que não devemos abrir e as que devemos abrir para a paz no mundo.


Protocolos para cientistas

Ser cientista vinha mesmo a calhar. A professora Sandra trouxe um microscópio, pinças, lâminas, lamelas e frascos com vários líquidos para uma aula de Ciências Naturais diferente de todas as outras.


















Segue o protocolo da nossa atividade laboratorial.

Que Diferenças Existem entre Células Animais e Vegetais?

Objetivo

Observar células animais e vegetais ao microscópio.    

Material

Microscópio ótico
Pinça
Conta-gotas
Lâminas
Lamelas
Tesoura
Agulha de dissecação
Vidro de relógio
Palitos
Papel de filtro   
Água
Azul-de-metileno
Água iodada
Material biológico

Observação de células eucarióticas animais

Procedimento A

  1. No centro de uma lâmina, coloca uma gota de solução de azul-de-metileno.
  2. Lava a boca, bochechando com a água.
  3. Com a ajuda de um palito raspa levemente a superfície da língua e coloca o produto obtido sobre a gota de corante.
  4. Cobre com a lamela e observa ao microscópio, utilizando várias ampliações.
  5. Elabora um esquema legendado.
Células do epitélio lingual

Observação de células eucarióticas vegetais

Procedimento B


  1. No centro de uma lâmina, coloca uma gota de água iodada.
  2. Com a ajuda de uma pinça, destaca um fragmento de uma túnica de cebola.
  3. Com uma tesoura, corta um pedaço do fragmento anterior e coloca-o bem distendido sobre a gota de corante que se encontra na lâmina.
  4. Cobre com a lamela e observa ao microscópio, utilizando várias ampliações.
  5. Elabora um esquema legendado.
Células da epiderme da cebola

Discussão

  1. A partir das tuas observações, indica as principais semelhanças entre os constituintes das células animais e vegetais.
  2. A partir das tuas observações, indica as principais diferenças entre os constituintes das células animais e vegetais.

Flores com o PCA1

Estas flores foram o resultado de uma visita que a turma PCA1, da professora Isabel Nunes, fez ao Alcoitão. Vieram ensinar-nos a fazer centros de mesa. Adorámos!








Celebrámos a amizade!